Condenado por roubo e apontado pela polícia como
suspeito de matar o menino boliviano Brayan Yanarico Capcha, cinco
anos, o assaltante Diego Rocha Freitas Campos, 20 anos, havia sido
beneficiado pela Justiça com a saída temporária do Dia das Mães, mas não retornou
à prisão. Ele obteve saída temporária da Penitenciária III de Franco da
Rocha, na Grande São Paulo, em 9 de maio, 16 dias após o início de sua pena em
regime semiaberto. Deveria ter retornado em 13 de maio para cumprir sete
anos e meio. No domingo, Campos chegou a ser perseguido por policiais perto do
Parque do Carmo, na zona leste da capital paulista, mas conseguiu escapar.
Também continuava foragido o suspeito Wesley Soares Pedroso, 19
anos. As informações foram publicadas no jornal Folha de S. Paulo.
Em 52 dias nas ruas, a polícia acredita que Campos participou de roubos de motos e de outras casas na região de São Mateus, também na zona leste. Três dos cinco suspeitos pela morte do menino foram presos até agora. Um deles, um adolescente de 17 anos detido no domingo, disse à polícia que Campos lhe telefonou no sábado, desesperado, informando que se escondia da polícia e de bandidos. Segundo o jovem, os próprios parceiros de crime que invadiram a casa de Brayan e roubaram R$ 4,5 mil ameaçaram matar Campos depois de ele disparar contra o menino. A polícia investiga se o crime organizado matou um homem no fim de semana por confundi-lo com o suspeito do homicídio. Um corpo carbonizado foi encontrado em São Mateus.
Crime bárbaro
O crime ocorreu na madrugada de 28 de junho, quando os criminosos invadiram uma casa onde vivia uma família de bolivianos, que se mudou recentemente para São Paulo para trabalhar com confecção. Segundo a polícia, os bandidos se irritaram quando descobriram que as vítimas tinham apenas R$ 4,5 mil em casa e com o choro da criança. Antes de deixar a residência, um dos bandidos atirou na cabeça do menino Bryan Yanarico Capcha, 5 anos.
Os suspeitos chegaram a pé ao local e renderam o pai, Ediberto Yanarico Quiuchaca, 28 anos, e o tio da criança, Carlos, quando entravam na residência. Eles estavam armados com quatro facas e dois revólveres. Entre oito e 10 pessoas que estavam na casa foram mantidas reféns. Inicialmente, foram dados R$ 3,5 mil aos ladrões, que pediram mais. Como a família continuava sendo ameaçada, o pai foi até o carro e entregou mais R$ 1 mil. Ainda assim, os criminosos insistiram que havia mais dinheiro no local.
Assustadas, as crianças choravam e faziam barulho, e os bandidos ameaçavam os reféns caso os gritos não parassem. Segundo o investigador Pinto, foi nesse momento que Bryan foi atingido com um tiro na cabeça. "Ele estava no chão, agachado com a mãe (Verônica Capcha Mamani, 24 anos)", contou o policial.
Familiares ainda tentaram levar a vítima a um hospital de São Mateus, mas o menino chegou morto ao local.
Fonte: Terra
Em 52 dias nas ruas, a polícia acredita que Campos participou de roubos de motos e de outras casas na região de São Mateus, também na zona leste. Três dos cinco suspeitos pela morte do menino foram presos até agora. Um deles, um adolescente de 17 anos detido no domingo, disse à polícia que Campos lhe telefonou no sábado, desesperado, informando que se escondia da polícia e de bandidos. Segundo o jovem, os próprios parceiros de crime que invadiram a casa de Brayan e roubaram R$ 4,5 mil ameaçaram matar Campos depois de ele disparar contra o menino. A polícia investiga se o crime organizado matou um homem no fim de semana por confundi-lo com o suspeito do homicídio. Um corpo carbonizado foi encontrado em São Mateus.
Crime bárbaro
O crime ocorreu na madrugada de 28 de junho, quando os criminosos invadiram uma casa onde vivia uma família de bolivianos, que se mudou recentemente para São Paulo para trabalhar com confecção. Segundo a polícia, os bandidos se irritaram quando descobriram que as vítimas tinham apenas R$ 4,5 mil em casa e com o choro da criança. Antes de deixar a residência, um dos bandidos atirou na cabeça do menino Bryan Yanarico Capcha, 5 anos.
Os suspeitos chegaram a pé ao local e renderam o pai, Ediberto Yanarico Quiuchaca, 28 anos, e o tio da criança, Carlos, quando entravam na residência. Eles estavam armados com quatro facas e dois revólveres. Entre oito e 10 pessoas que estavam na casa foram mantidas reféns. Inicialmente, foram dados R$ 3,5 mil aos ladrões, que pediram mais. Como a família continuava sendo ameaçada, o pai foi até o carro e entregou mais R$ 1 mil. Ainda assim, os criminosos insistiram que havia mais dinheiro no local.
Assustadas, as crianças choravam e faziam barulho, e os bandidos ameaçavam os reféns caso os gritos não parassem. Segundo o investigador Pinto, foi nesse momento que Bryan foi atingido com um tiro na cabeça. "Ele estava no chão, agachado com a mãe (Verônica Capcha Mamani, 24 anos)", contou o policial.
Familiares ainda tentaram levar a vítima a um hospital de São Mateus, mas o menino chegou morto ao local.
Fonte: Terra








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